post

Recursos Humanos: A Terceira Revolução Corporativa? (PARTE 2)


 

RH: Terceira revolução corporativa ? (Parte 2)

 Na primeira parte deste artigo, falei muito dos gurus e papas de marketing e como eles influenciaram e influenciam universidades e empresas através de seus conceitos. Resumindo, saímos do foco em produto (década de 40),  depois passamos para o cliente (décadas de 60-90). Ainda acho tímida, apesar do progresso, o que chamo da terceira revolução: foco no colaborador. Em outros artigos, falei que, se fosse CEO de uma grande corporação, escolheria a dedo minha executiva de Recursos Humanos (por que será que usei o feminino?), mas devido à evolução do marketing, entende-se porque as prioridades foram para outras áreas. Se o foco desde os anos 40 foi em produto, e depois cliente, é natural que Marketing, Vendas, Finanças tenham tido maior relevância. Há os que argumentam que o poder dessas áreas tem outra origem: resultados quantitativos; um bom argumento, mas essa visão premia a quem colhe os frutos e não leva em consideração quem os plantou; resultados são consequências. Essa nova revolução que proponho foca muito mais nas causas, naquilo que gera o resultado (colaborador é semente; cliente é árvore; lucro é fruto).    

Aproveito para agradecer todos leitores pelos inúmeros comentários, sugestões, críticas construtivas que recebi sobre a primeira parte deste artigo. Nei Grando, por exemplo, acrescentou que devemos ter uma visão holística, o que concordo inteiramente. Então, todo o meu foco em Recursos Humanos nesses dois artigos não significa em absoluto que outras áreas da empresa não mereçam atenção. A idéia é que haja um equilíbro entre todas, mesmo havendo prioridades.

“SÍNDROME DE DANOS MORAIS ”

Eu sei que a legislação brasileira (e aqui nos EUA não é muito diferente) complica bastante meu cenário de foco maior nos colaboradores. Eu tenho um cliente que diz que parou de fazer surpresa de aniversário no seu departamento porque alguém foi à justiça for ter sofrido danos morais pela “exposição”, “humilhação” que passou. Para piorar a situaçao, ganhou a causa. Estou falando de uma das dez maiores empresas do Brasil, com quase 100.000 colaboradores. Algumas laranjas podres “infernizam” nossas lideranças e o medo “bloqueia” nossas ações. As empresas, com receio de processos que possam manchar suas marcas, acabam “punindo” todos. Justos (maioria esmagadora) pagam pelos injustos (minoria absoluta). Elas sabem que  qualquer deslize e a imprensa tem um ótimo motivo para por na primeira página o ocorrido. Nem vou entrar na questão do poder de disseminação das redes sociais. Como jornalista formado, lamento que noticias de milhares de festas surpresas de aniversário (sem humilhação) não ganhem tanta atenção. O mundo não é feito apenas de notícias trágicas; deixemos para os “urubus” a “carniça”. Somos humanos repletos de qualidades. A Psicologia Positiva, criada e desenvolvida por cientistas da Universidade da Pensilvânia e Harvard, e foco do meu mestrado e doutorado em andamento, cai como uma luva nesse contexto, onde buscamos focar mais nas potencialidades que fragilidades, em contraposição à psicologia tradicional que continua usando um “Long Play” riscado com essa pergunta: “quais são seus problemas, sua fraquezas?”. “LP” é passado. A música tocada pela Psicologia Positiva é bem mais interessante, garanto.

Estamos repetindo o que se passa na nossa infância. Quando numa escola temos 1000 alunos e uma “laranjinha podre” apronta, o que acontece? O diretor decide que ninguém mais vai ter recreio. Ou seja, 999 “inocentes” pagam o preço. Quando não se sabe quem é o ‘pestinha” até se entende esse tipo de decisão, mas em 95% dos casos, o professor, o diretor, a sala inteira sabe. Então, que a correção (não necessariamente punição) seja dada à pessoa certa. Isso valorizará o bem. Nas empresas, essas atitudes acabam com uma equipe, acabam com qualquer sensação de justiça. Tenho exemplos de diretores comerciais que tem 10 gerentes e porque um faz algo errado, ele ou ela pune, também, os 9 gerentes brilhantes. “Helloooooooooooooooo???” Nossa sociedade está criando as regras baseadas nas exceções. E o pior? As exceções não são os bons exemplos. Por que fazemos isso? Se Platão estivesse vivo, cometeria suicídio por estar vivendo, mais de dois milênios depois, nas cavernas, na escuridão (ignorância). Será que vamos ter de esperar mais dois milênios para sair em busca da luz (sabedoria)? Por favor, “incluam-me fora” dessa ideia.  

LÍDERES LIDERAM LÍDERES

Nas empresas por onde passei, eu mantinha um arquivo com todas as potencialidades dos colaboradores. Consegui isso através de pura observação nas funções diárias e convivência fora do escritório, seja através de almoço ou alguma ocasião social. Ao escutá-los, aprendia a ser líder. No fundo, no fundo, líderes lideram líderes. Com viagens constantes, eu dava carta branca para decisões durante minha ausência. A única condição para esse posicionamento era do aprendizado, no caso de erro. Vamos evoluir décadas em anos, séculos em décadas, com essas atitudes. Você permite erros na sua empresa? Lógico que sabemos de limites, mas existe uma grande diferença entre cometer um erro e levar a empresa à falência. Quando falo de riscos, não falo de decisões inconsequentes. Não tenho problema algum em calculá-los. Mas a intransigência a erros é tamanha que um passo já signifca precipício. Vou mais a fundo. Essa atitude está “matando” o processo de criatividade. Ao saber que, ao errar, somos severamente punidos e ainda prejudicamos outros, adotamos a política do parasita. Reflita: quantas vezes você, por medo, abortou a decolagem de um belo projeto? Quantas vezes você quis levantar voo, mas ao olhar para a torre de controle (seu lider) você sabia que não poderia errar? Pergunte a um piloto qual é a sensação de estar na pista, acelerar para uma suave decolagem, mas ter de frear quase no final da pista. É como ficar rastejante quando você tem asas. Eis o que chamo de “aborto corporativo”. Precisamos, muitas vezes, errar para acertar. Não precisam acreditar em mim, pois Thomas Edison tem mais credibilidade com sua experiência da “lâmpada”.  Quantas vezes eu não fui íntegro ao mentir na minha carreira por medo de errar? Quantas vezes eu não fui honesto comigo mesmo e não tomei uma decisão por medo de errar? Quantas vezes eu não fui leal com meu cliente por ter mentido, mesmo que um pouco, sobre o que eu estava vendendo? Eu adoraria ter falado que aquela reunião semanal de uma hora (durou duas) era 5% produtiva e 95% bla-bla-bla. Você já viu esse filme? Então, as cartilhas de missão, visão e valores (integridade, caráter, honestidade, lealdade…) são válidas e devem ser seguidas, cumpridas, mas sei que em alguns momentos de minha carreira errei em várias áreas. Humanos são falíveis (afinal, diz o ditado: “errar é humano”), mas na hora que provamos essa lei natural, passamos a ser cobrados como infalíveis, como gênios, como perfeitos. Os técnicos de futebol sabem do que falo. Ganham dez, vinte jogos, e, na primeira derrota, “urubus” começam a rondar os estádios; na segunda derrota, a comunicação de massa levanta a bola publicamente, e o triste gol anunciado acaba acontecendo; se fazem isso com nomes como Murici, Luxemburgo, Felipão, imaginem o que não fazem com pobres mortais; o talento dos nomes mencionados não deveria ser questionado pelo histórico; eu fico abismado como o fanatismo, o lado emocional humano, pode ser tão desequilibrado. Os gritos dos torcedores escondem o silencioso telefonema entre os patrocinadores e o presidente do clube. Pedra, ferro e fogo nem sempre é uma boa mistura. Em geral, existe corresponsabilidade de líderes e liderados. Ao reconhecer meus limites, jogo-me ao aprendizado infinito. É feio errar, mas é bonito aprender. É ruim ser falível, mas é lindo e digno buscar a infalibilidade. É triste não dar outras chances. A cultura do medo não é salutar. Falta equilíbrio. Ninguém pode ser produtivo e medroso ao mesmo tempo.

PATRIMÔNIO INSUBSTITUÍVEL

Generalizando, o mundo corporativo usa um discurso contraditório pregado nas paredes: “meu colaborador é meu principal patrimônio”. Lindo não? Pois bem, a hipocrisia reside em outro discurso: “ninguém é insubstituível”.  Você substitui seu patrimônio? Do ponto de vista da Psicologia Positiva, as pessoas, os patrimônios são, sim, insubstituíveis, mas isso fica para outro artigo polêmico. Como pessoa, como empresário, como psicoterapeuta, acredito no ser humano. Para cada fraqueza que temos, sempre temos nove potencialidades escondidas pela poeira da ignorância. Que não transformemos erros em tragédias; como diz um amigo, que o holofote egocêntrico das corporações não ofusque a luz dos colaboradores; luz nunca é demais; escuridão sempre é demais. Lembro-me que uma vez quis promover um colaborador de minha área e, ao indicá-la ao meu lider, ele respondeu: mas você vai me entregar o seu melhor colaborador? Resposta de Claudemir: E você queria o quê?”. Eu sempre torci e torço pelo brilho de meus colaboradores e nunca tive medo de perdê-los. Sempre disse que se encontrassem algo mais interessante fora, que oferecesse melhores oportunidades, melhores benefícios, seria o primeiro a parabenizá-los; quem não tem competência de deixar um colaborador brilhar, que ele brilhe na concorrência. Regra de ouro: faça para os outros o que gosta que façam para você. Nunca entendi porque na hora de preencher um cargo importante, em geral, dão o filé-mignon para alguém de fora e o colaborador fica roendo e lambendo o osso. E quando decidem pelo colaborador interno, em geral, o filé-mignon é de qualidade inferior. Aqui reside outra forma da desvalorização do seu patrimônio humano, o colaborador. As empresas que não gostarem desse meu comentário, provavelmente tem um argumento: “a qualificação do candidado interno era inferior ao externo”; um excelente argumento, pois jamais defenderia a contratação interna sem as devidas competências para o cargo. Mas será que uma empresa que não tem competência para formar novos líderes, não tem competência para promover um interno com o mesmo filé-mignon, está no caminho certo? Pelo meu tom, você já sabe minha resposta.

COLABORADOR-CLIENTE-LUCRO (SEMENTE-ÁRVORE-FRUTO)

A complexidade de uma grande organização tem seus desafios. Generalizando, os acionistas  pensam mais ou menos assim: lucro-empresa-cliente-colaborador. A visão da empresa é assim: lucro-acionista-cliente-colaborador. É a natureza do negócio. Por que você acha que damos o nome de Sociedade Anônima? Colaboradores saíram do “patrão” antigo, ou seja, o pai, uma ideia familiar, para serem “órfãos anônimos”.  A chance de uma mudança está em o CEO “adotá-los”. Ele é a única ponte entre o colaborador e o acionista. A distância é astronômica e o meio termo pode ser um grande avanço. Minha visão ousada é: colaborador-cliente-lucro; eu imagino o seu susto ao ver que coloquei “lucro” no final. Claudemir, você está louco? Volto a repetir o meu conceito visual: semente é colaborador; árvore é cliente; fruto é lucro; em nenhum momento eu afirmo não pensar no cliente ou no lucro. Meu pensamento analisa o mercado sobre o ponto de vista de causas e consequências. Se você não pode ter frutos antes de as sementes serem plantadas, antes de as árvores crescerem, você não pode ter lucro se não tiver excelentes colaboradores e clientes fidelizados. A missão está na semente; a estratégia está na árvore; a visão está no fruto. A missão está no colaborador; a estratégia está no cliente; a visão está no lucro. Os valores estão em como vamos tratar esta “trilogia”. Devido à complexidade das gigantes, diria que essa revolução vai começar pelas pequenas e médias empresas. Um beija-flor é mais ágil que um elefante.

Um outro ponto que gosto de deixar claro é que meu gosto por colaborador não deve passar a ideia equivocada que defendo algum conceito de “empresa comunista”. Sou a favor de grande concorrência, sistema bem competitivo onde haja diferenças salariais baseadas em competências, distribuição de lucros baseada em desempenho e por aí vai. Falo em reter talentos e mandar embora incompetentes, mas tudo sob um ângulo mais humano, baseado em Psicologia Positiva. Outro fator muito importante é que, nestes dois artigos, usei palavras diferentes para falar de um mesmo assunto. A semântica complica textos polêmicos. Dou um exemplo. Quando falei no artigo passado que Peter Drucker via o colaborador como “custo”, eu vejo como “investimento”. Um diretor financeiro deve abominar minha palavra. A mesma coisa vista sob ângulos diferentes; deve-se, também, sempre levar em consideração “quando”, “onde” “por que” algo foi dito. Nesse caso específico, são fases distintas. Dito isto, e com todo o respeito a um homem que transformou a forma de administração, insisto que a visão de que a forma de administração é de fora (cliente) para dentro pode e deve ser questionada, mesmo que seja por um Davi sem tantas pedras (eu) e Golias (Drucker). Agradeço a consultora Beatriz Machado que, inteligentemente, me fez refletir e me inspirou a acrescentar esse parágrafo.

GENTE TRANSFORMANDO GENTE

O maior desafio dessa revolução é encontrar profissionais de Recursos Humanos preparados pela vida e por escolas que modifiquem seus currículos (incluindo um módulo Psicologia Positiva) para atender a essa nova realidade. Recursos Humanos precisa, apesar de ser difícil, encontrar formas mais “quantitativas” de mostrar seu trabalho, pois essa linguagem é melhor apresentada por outras áreas. O mais importante, no entanto, é que precisamos que o topo da pirâmide entenda de pessoas. Sem o apoio desses líderes, continuaremos “desafinados”. A empresa é uma orquestra. Maestro sozinho, músicos sozinhos não fazem sinfonia. Sinfonia é uma questão de sincronia e sintonia.  Líderes que deixam colaboradores carregarem pianos sozinhos são incompetentes. Que música sua empresa toca? Eis meu lema para a liderança do futuro: somente gente que entende de gente pode transformar gente (talvez aqui, eu responda a pergunta do primeiro parágrafo sobre a mulher. A inteligência emocional delas será o grande diferencial no novo contexto).

Termino, tomando a liberdade de falar diretamente com você, leitor. Imagine que neste exato momento eu estou aí na sua frente. Receba, pessoalmente, minha gratidão pelo seu tempo, tão precioso nos dias de hoje; como não ser grato quando você me escolheu no meio de milhões de textos, Facebook, Twitter, Orkut e tantos outros? Saiba que eu também o escolhi, por isso estou aqui; fico fascinado em aprender com você que, de forma construtiva, corretiva, ao longo dos anos, se transformou em coautor de minha própria história; o meu melhor texto é sempre o próximo. Sabe por que? Porque vem com sua assinatura, com sua marca; saiba que escrever um novo artigo é como entrar em uma floresta desconhecida, correr riscos, mas com a visão de encontrar novos caminhos, novos horizontes, o elo perdido. As palavras são milhões de folhas que voam do alto, flutuam bailando e pousam suavemente num tapete verde selvagem. Uma palavra, uma frase impecável num texto é como uma pérola, um diamante. Um artigo, um livro, quando bem feito, é um tesouro. Somos caçadores em busca de tesouros no elo perdido; para encontrá-los, uso seus comentários como “GPS”; são eles que abrem caminho para minha busca incessante de um novo destino; são eles que me indicam se existem “folhas venenosas” pelo caminho e, ainda, mostram que não é a última machadada que derruba uma árvore; por isso, minhas descobertas são nossas descobertas; que possamos, juntos, usufruir dos lagos, bosques, cachoeiras, pássaros, frutas e de paradisíacas ilhas que encontraremos entre parágrafos, vírgulas, pontos de interrogação, pontos de exclamação, mas nunca em pontos finais. Mesmo quando você não me escreve, saiba que sua mensagem chega da mesma forma; você é ouro transcendental; muito obrigado e nos vemos nas próximas ilhas!

Anúncios

Comments

  1. Meu querido amigo Claudemir…
    O que mais pode-se dizer, quando através de um artigo escrito com tanta verdade, tanto sentimento e tanta visão de mundo e, acima de tudo, de ser humano, tem-se o privilégio de, em poucos minutos, acompanhar o semear, adubar, regar, ver o crescimento, as folhas surgirem, as flores brilharem e ainda ter o prazer de colher os frutos tão doces através de uma leitura??? A vontade que dá, Claudemir, é de voltar lá no ínicio dessa preciosidade, para “assistir” a todo esse processo novamente…
    Ah, meu amigo, quem dera que existissem alguns “pares de Claudemir Oliveira”, espalhados pelo mundo, lançando essa preciosa semente dos verdadeiros valores como honestidade, caráter, valorização do ser humano, ética, dentro das empresas… Mas, Deus é perfeito em tudo o que faz, e fez apenas 1 Claudemir, porém, encheu você desse dom sublime de enxergar o ser humano, abriu as portas da sabedoria para você, fez de você o profissional competentíssimo e corretíssimo que você é hoje, fruto de anos de dedicação e amor ao trabalho que você abraçou, e ainda por cima, deu a você a condição de dividir tudo isso que Ele confiou a você com empresas, colaboradores, líderes, famílias, leitores, através do seu trabalho maravilhoso, dos seus textos riquíssimos e de suas palestras incomparáveis, que tanto acrescentam nas vidas daqueles que tem o enorme prazer e privilégio de assistir!!
    Parabéns por mais este belíssimo trabalho, meu amigo!!!!!
    Vou compartilhar essa preciosidade no meu Facebook!
    Um forte abraço e até à próxima colheita!
    Tati

    • Tatiana,
      Apenas para agradecer suas gentis palavras e sabemos que temos muito ainda a aaprender. Estou apenas “engatinhando”, mas feliz porque adoro o que faço. Forte abraço e mais uma vez muito obrigado!
      Claudemir

  2. Antonio Duda says:

    GENTE TRANSFORMANDO GENTE.
    Caro amigo,irmão Claudemir.
    Não te parabenizo por esse artigo.Te conhecendo tanto, como graças a Deus sempre fiz parte da sua história, sei o quanto você é mestre nessa matéria. Quero deixar aquí a minha admiração por você ser uma fábrica incansável de GENTE. Atitudes, exemplos,artigos,filmes,palestras,viagens e tantas outras coisas, sempre buscando na área humana manter gentes como gente e transformar muitas vêzes urubus em gente…
    Caráter e Ética, deveria ser marca registrada em todo o ser humano. Sabemos que infelizmente não é assim e é por isso que existem pessôas como você. Um abraço grande e parabens por todo o trabalho incansável que vem de uma longa data, sem dia nem hora para terminar.
    Duda.

    • Duda,
      Obrigado pela mensagem. Você falou tudo: meu sonho é trabalhar sem dia nem hora para terminar para um mundo onde as pessoas sejam valorizadas muito mais pelas suas potencialidades que fraquezas que todos nós temos…. não é por acaso que eu me apaixonei pela Psicologia Positiva e vou continuar investindo em aprender muito mais. Forte abraço e sucesso! Vemo-nos em breve!!!
      Claudemir

  3. Soraya Regadas says:

    Amigo Claudemir.
    Sempre acho que não tem mais como você se superar em relação a suas matérias, mas cada vez que leio fico impressionada como um ser humano consegue atingir um nivel tão profundo da alma de um ser,como as palavras dita por um humano atingi tanto nossos sentimentos.Isso só faz cada vez mais confirmar a versão que existe pessoas que são escolhidas por Deus.E com absoluta certeza você “É O CARA” (copiando o Obama).

    • Soraya,
      As pessoas são um reflexo do que elas acham de mim. Tudo o que você falou de mim é porque você tem todas essas qualidades dentro de si… e olha que não tenho pretensões políticas… falo do coração… uma pessoa jamais reconheceria algo em alguém se não tivesse isso dentro de si… obrigado e continuarei trabalhando dia e noite para superar sempre… abraços!
      Claudemir

  4. Amigo Claudemir,
    O que dizer sobre suas palavras ?
    Acredito que a Tatiana, o Duda e a Soraya souberam muito bem colocar minha sensação em relação ao texto, você e um futuro próximo que podemos, juntos formar (com pequenas atitudes).
    Walt pode ter nos deixado mas antes plantou algumas sementes que germinaram e hoje produzem frutos maravilhos. Não tive a chance de conhecer, viver, e respirar o seu legado de perto, mas tenho o incrível prazer de conhecer uma de suas mais preciosas sementes: Você.
    Não é nehuma novidade pra ti como já lhe disse que sou seu fã e me tornei “ousadamente” (e sem autorização rsrsrs) um discípulo da Psicologia Positiva me dando como Missão “Ide, propague a informação para a criação de um mundo melhor” e acredito que se nós (leitores) fizermos isso com o nosso Networking, com as pessoas que nos cercam, com os nossos exemplos realmente podemos plantar algumas sementes.
    Proponho à todos que sempre troquemos idéias de ações, experiências e atitudes sobre o tema, cada qual trazendo a sua vivência e com isso aprenderemos sempre muito mais para nos tornarmos seres humanos melhores. Você poderia abrir esse espaço Claudemir (um Blog, Wikipedia sei lá?)
    Bom enfim meu amigo, parabéns, obrigado e conte comigo nessa luta.
    Sucesso e muita luz sempre!
    Um cara apaixonado pelo ser humano.
    Leandro Fray

    • Leandro,
      Você termina dizendo que é um apaixonado pelo ser humano. Somos dois e talvez por isso tenhamos tantas coisas em comum. Obrigado pelas palavras e já tem minha autorização para se sentir discípulo da Psicologia Positiva, rsrsrsrss…. se era isso que faltava, agora manda bala… rsrsrsrs… enfim, estou apenas plantando sementes de sonhos, quero um mundo melhor e mesmo nos meus erros, eles serão sempre com o intuito de melhorar o ser humano. Então é um risco pequeno porque ninguém erra quando quer ajudar.
      Um abraço e obrigado por ter se registrado aqui… quero usar esse blog para aprendizados mútuos…
      Claudemir

  5. Ana Célia Comber says:

    Olá Claudemir,

    Hoje, trabalhando em Recursos Humanos, Treinamento e Qualidade falo que sou abençoada por ser responsável em recrutar, treinar e qualificar as pessoas, principalmente em seu 1 emprego. Sinto que é uma missão e não é tarefa das mais simples É preciso trabalhar muito para que as mudanças de comportamento das pessoas e instituições ocorram. Sou uma sonhadora, mas sempre preciso por os pés no chão, para não correr o risco de sair do caminho a que me proponho.
    Parabéns por nos fazer sonhar.
    Beijos
    Ana Célia

    • Ana Célia,
      São profissionais como você que vão fazer a diferença nesse novo cenário que estou propondo. Mas como coloco bem claro no artigo, se o topo da pirâmide não participar a coisa complica um pouco. É um processo que vai levar tempo, mas já diz o ditado que feliz é o homem que planta árvores que ele sabe que não usufruirá nem da sombra nem dos frutos. Ele planta para futuras gerações… a boa notícia? vai dar para deitar numa rede na sombra e comer muitos frutos ainda em vida. Eu ainda aguento umas 5 décadas…risos…
      Abraços e obrigado por seu tempo. Sucesso para você que entende de gente.
      Claudemir

  6. Claudemir,

    Parabéns pelos dois artigos referentes a “Terceira Revolução Corporativa”.

    EXCEPCIONAIS!

    Gosto de ler os seus artigos e ver seus vídeos sobre Psicologia Positiva.

    Sou graduado em RH e atualmente estou cursando pós-graduação em psicologia organizacional. É de grande importância os seus comentários sobre o assunto.

    Um abraço e sucesso!

    Robson Amorim

    • Robson,
      Aprendo sempre com meus leitores, por isso sempre menciono isso nos artigos. Eu também sigo você no twitter… risos… e vejo sua grande preocupação com o mundo corporativo.
      São jovens como você que farão a revolução que tanto quero no mundo corporativo. Formação como a sua, Psicologia Organizacional, será fundamental nesse processo. Então, siga em frente e conte comigo para podemors misturar a Psicologia Positiva com a Organizacional… Forte abraço e obrigado por seu tempo de ler os dois artigos, ver meus videos e também ter colocado no seu twitter sobre o meu trabalho. Agradeço em dobro!
      Forte abraço,
      Claudemir

  7. Luiz Carlos Nogueira says:

    Link da publicação a respeito do seu e.mail para Hélio Arakaki (Instituto Muryokan):

    http://diversosassuntosdiversosautores.blogspot.com/2011/05/dialogo-de-imperfeitos-helio-arakaki.html

  8. Claudemir,

    Brilhante, meu caro amigo! Simplesmente, encorajador e fascinante. Temos mesmo uma responsabilidade cada vez maior de contribuir nesse processo de construção e transformação, coisa que você faz com maestria, através dos seus artigos, palestras, etc., com senso crítico e construtivo, para não continuarmos caindo nos abismos para os quais a história autoritária e centralizadora sempre nos empurrou. Digo isso porque, enquanto há gente brilhante como você, outros surgem tentando ofuscar o brilho, a beleza e capacidade de se desenvolver e evoluir que todos os seres humanos possuem, sob o argumento de que temos que permitir tudo para não constranger… ensinar, orientar, corrigir, tudo isso feito com muito respeito, humanidade e profissionalismo, são ferramentas poderosíssimas de construção que, regadas ao carinho e ao cuidado da psicologia positiva, podem fazer florescer árvores frondosas e magníficas. (Essa última parte, escrevo para fazer referência a uma, na minha opinião, infeliz e descabida obra, sob o Título: “Por uma vida melhor”, que propõe a destruição da língua portuguesa, assim como seria trágico para qualquer língua, não apenas permitindo, mas incentivando o uso errado da língua, para não “constranger”, quem comete a falha linguística, como um prejulgamento de que existem seres humanos tão inferiores e incapazes, que não podem ser orientados e desenvolvidos). Melhor permitir e incentivar erros como “Os livro são muito bom”… para não estimular o que há de mais profundo e brilhante em cada ser humano de potencial incalculável. Nossa responsabilidade é muito grande e precisamos continuar alimentando o mundo de atitudes como as suas, meu caro amigo Claudemir, para que a sociedade e o mundo corporativo sejam melhores e coloquem em prática todo o seu verdadeiro potencial e força. Abraços! Mário Almeida. Recife – PE – Brasil.

    • Prezado Mario,
      Muito obrigado por seus comentários. Agradeço cada palavra. Concordo 100% com você com relação à educação no nosso país. Eu ainda estou pasmo com esse debate de que no ensino de nossa língua vão permitir erros com a desculpa de que é linguagem popular. Como você sabe, estudei Latim por seis anos e ouvi esse tipo liberdade de linguagem realmente me deixa dúvidas com relaçao a famosa frase que somos o pais do futuro. Sou a favor de neologismos quando nossa língua não tem algo equivalente, sou a favor de evolução na língua, mas aceitar como certo “Os livro são muito bom” é demais para minha cabeça. Eu fico nervoso somente em pensar que isso é real, pois mais parece um pesadelo. Forte abraço e obrigado mais uma vez!
      Claudemir

Deixe seus comentários (sementes de sonhos). Quero aprender com você!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: